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Ação em 5 estados investiga ligação do PCC com setor de combustíveis

(via Agência Brasil)

| Edição de 28 de maio de 2026 | Atualizado em 28 de maio de 2026

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O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e a Receita Federal deflagraram uma operação nesta quinta-feira (28) em diversos estados brasileiros, incluindo São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro. A ação visa investigar a infiltração do Primeiro Comando do Crime (PCC) no setor de combustíveis, com o objetivo de desmantelar um esquema de fraudes, sonegação e lavagem de dinheiro.

O foco principal das autoridades está em seis fintechs, que atuam como bancos paralelos, além de apurar a adulteração de combustível através do uso de solvente (nafta).

A operação, denominada Fluxo Oculto, é uma nova fase da Carbono Oculto, que já havia revelado o avanço do crime organizado no mercado de combustíveis, instituições de pagamento e investimentos.

Investigação e Alvos

As investigações conduzidas pelo Ministério Público de São Paulo identificaram que as seis fintechs alvos da operação formaram um núcleo que opera com compensações financeiras internas entre distribuidoras, postos de combustíveis e fundos de investimentos geridos pelo PCC.

A facção criminosa também está envolvida no desvio de nafta petroquímico para terminais e postos de combustíveis, criando uma estrutura robusta para a venda de solventes a empresas fantasmas.

Mandados de Busca e Apreensão

Estão sendo cumpridos 55 mandados de busca e apreensão, com o apoio dos Gaecos e dos ministérios públicos do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná.

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Com informações da Agência Brasil